Como Analândia é comparada com a média dos municípios do estado de São Paulo?›Cada município conta um, grande ou pequeno
Analândia recebeu R$ 194 em emendas por morador. A média dos 645 municípios de São Paulo é R$ 690.
AnalândiaR$ 194
Média dos municípios do estadoR$ 690
É uma média simples: calculamos o valor por morador de cada município e dividimos pelo número de municípios, sem pesar pela população. Por isso, uma cidade pequena que recebeu muito para poucos moradores puxa a média para cima, e o resultado pode ficar longe do que a maioria das cidades recebeu. Não é o total do estado dividido pelos moradores do estado.
Emendas parlamentares de todos os tipos, pagas de 2015 a 2026
Total pago à cidade
R$ 889.788
pagos de 2015 a 2026, enviados por 4 parlamentares e por bancadas, comissões ou relatores
Por habitante
R$ 194
Média dos 645 municípios de SP: R$ 690 por habitanteMédia simples, entre os municípios do estado com população conhecida, das emendas recebidas desde 2015 divididas pela população; quem não recebeu entra com zero. Ficam de fora os municípios sem população nas contas do Tesouro.
Por tipo de emenda
Emenda individual com destino definidoEmenda Individual - Transferências com Finalidade DefinidaR$ 875.437
inclui R$ 458.190 sem autor informado pela fonte
Emenda do relator-geral do orçamentoEmenda de RelatorR$ 14.351
Prefeitura e fundos municipais (só emendas individuais)
R$ 417.247
Entidades sem fins lucrativos (só emendas individuais)
R$ 0
R$ 417,2 mil para a prefeitura e R$ 0 para entidades
Uma parte das emendas é paga à prefeitura e aos fundos municipais; outra parte é paga a entidades sem fins lucrativos que atuam na cidade. Os dois valores contam só as emendas individuais; bancada, comissão e relator ficam de fora desta divisão.
O que ficou de fora?›Alguns tipos de emenda e de contrato não entram
Pagamentos em que a fonte não identifica o município não entram no total. Os pagamentos sem código de emenda e sem autor entram no total, mas não são atribuídos a nenhum parlamentar.
Emendas estaduais (das assembleias legislativas) ainda não foram carregadas.
O que está previsto e ainda sem pagamento, e os convênios, aparecem separados e nunca somados ao valor pago.
Só os Tribunais de Contas de São Paulo e do Rio Grande do Sul estão carregados; os dos demais estados ainda não.
Prefeituras que não publicam contratos no PNCP não aparecem na lista de contratos.
Como é calculada a média do estado?›Média simples entre os municípios
Emendas: Média simples, entre os municípios do estado com população conhecida, das emendas recebidas desde 2015 divididas pela população; quem não recebeu entra com zero. Ficam de fora os municípios sem população nas contas do Tesouro.
Contas da prefeitura: Média simples, entre os municípios do estado que entregaram as contas do mesmo ano, da despesa paga dividida pela população de cada um. Ficam de fora os municípios sem população ou sem despesa informada.
A média dá o contexto; não é meta nem nota. Nos gráficos, bronze é sempre esta cidade e cinza é sempre a média.
Maiores valores enviados por parlamentares (emendas individuais)
Autor não informado pela fonte (CGU)R$ 458.1904 pagamentos, de set/2015 a jan/2019. A fonte publica esses pagamentos sem o código da emenda e sem o nome do autor; o valor está no total, mas não é atribuído a ninguém.
Bancadas, comissões e relatores
Nestes tipos o autor é um grupo, não um parlamentar.
Relator GeralEmenda do relator-geral do orçamentoR$ 14.351
Para quais áreas
Saúde100%R$ 417.247
Área é a função do orçamento a que a emenda pertence.
O total soma só o que foi pago, de todos os tipos de emenda. O que está previsto e os convênios aparecem à parte. Os pagamentos sem código de emenda na fonte (sem autor informado) entram no total, mas não em nome de nenhum parlamentar. Ficam de fora: pagamentos em que a fonte não identifica o município e emendas estaduais, que ainda não foram carregadas.
O que a prefeitura declarou ao Tesouro Nacional (Declaração de Contas Anuais)
Arrecadou
R$ 65.238.023
Gastou (pago)
R$ 53.981.641
R$ 11.794 por habitante
Média dos 609 municípios do estado: R$ 7.895 por habitanteMédia simples, entre os municípios do estado que entregaram as contas do mesmo ano, da despesa paga dividida pela população de cada um. Ficam de fora os municípios sem população ou sem despesa informada.
A câmara municipal custou R$ 1.873.977 (3,5% do que a cidade gastou)
Em que áreas gastou
EducaçãoR$ 16.246.74530,1%
SaúdeR$ 10.858.80820,1%
AdministraçãoR$ 9.197.21017%
SaneamentoR$ 5.856.29410,8%
Ver todas as 9 áreas
UrbanismoR$ 4.531.1428,4%
Assistência SocialR$ 2.245.6544,2%
LegislativaR$ 1.873.9773,5%
Desporto e LazerR$ 992.3831,8%
Outras áreasR$ 2.179.4274%
Valores pagos no ano, pela função de governo (a classificação oficial do orçamento). "Encargos especiais" inclui dívida e transferências; "Legislativa" é a câmara.
Os maiores fornecedores de cada órgão; o restante aparece somado. Pagamentos a pessoas físicas (servidores, autônomos, beneficiários) aparecem somados, sem nomes, e a folha de salários aparece separada. Por enquanto, só para cidades de São Paulo (exceto a capital, fiscalizada pelo Tribunal de Contas do Município) e do Rio Grande do Sul.
Empresas com mais valor em contratos publicados no PNCP por órgãos da cidade
COMPANHIA BRASILEIRA DE SOLUCOES E SERVICOSCNPJ 04.740.876/0001-251 contratoR$ 423.500
Soma do valor global dos contratos publicados no PNCP pelos órgãos municipais, sem alienações, até 13/10/2026. Não é o valor pago (empenhos e pagamentos aparecem na seção sobre quem a cidade pagou), e prefeituras que não publicam no PNCP ficam de fora. Aditivos posteriores à publicação não entram na soma.