Como Santa Bárbara d'Oeste é comparada com a média dos municípios do estado de São Paulo?›Cada município conta um, grande ou pequeno
Santa Bárbara d'Oeste recebeu R$ 133 em emendas por morador. A média dos 645 municípios de São Paulo é R$ 690.
Santa Bárbara d'OesteR$ 133
Média dos municípios do estadoR$ 690
É uma média simples: calculamos o valor por morador de cada município e dividimos pelo número de municípios, sem pesar pela população. Por isso, uma cidade pequena que recebeu muito para poucos moradores puxa a média para cima, e o resultado pode ficar longe do que a maioria das cidades recebeu. Não é o total do estado dividido pelos moradores do estado.
Emendas parlamentares de todos os tipos, pagas de 2015 a 2026
Total pago à cidade
R$ 24.467.439
pagos de 2015 a 2026, enviados por 31 parlamentares e por bancadas, comissões ou relatores
Por habitante
R$ 133
Média dos 645 municípios de SP: R$ 690 por habitanteMédia simples, entre os municípios do estado com população conhecida, das emendas recebidas desde 2015 divididas pela população; quem não recebeu entra com zero. Ficam de fora os municípios sem população nas contas do Tesouro.
Por tipo de emenda
Emenda individual com destino definidoEmenda Individual - Transferências com Finalidade DefinidaR$ 14.363.981
inclui R$ 1.007.480 sem autor informado pela fonte
R$ 15 mi para a prefeitura e R$ 355,5 mil para entidades
Uma parte das emendas é paga à prefeitura e aos fundos municipais; outra parte é paga a entidades sem fins lucrativos que atuam na cidade. Os dois valores contam só as emendas individuais; bancada, comissão e relator ficam de fora desta divisão.
O que ficou de fora?›Alguns tipos de emenda e de contrato não entram
Pagamentos em que a fonte não identifica o município não entram no total. Os pagamentos sem código de emenda e sem autor entram no total, mas não são atribuídos a nenhum parlamentar.
Emendas estaduais (das assembleias legislativas) ainda não foram carregadas.
O que está previsto e ainda sem pagamento, e os convênios, aparecem separados e nunca somados ao valor pago.
Só os Tribunais de Contas de São Paulo e do Rio Grande do Sul estão carregados; os dos demais estados ainda não.
Prefeituras que não publicam contratos no PNCP não aparecem na lista de contratos.
Como é calculada a média do estado?›Média simples entre os municípios
Emendas: Média simples, entre os municípios do estado com população conhecida, das emendas recebidas desde 2015 divididas pela população; quem não recebeu entra com zero. Ficam de fora os municípios sem população nas contas do Tesouro.
Contas da prefeitura: Média simples, entre os municípios do estado que entregaram as contas do mesmo ano, da despesa paga dividida pela população de cada um. Ficam de fora os municípios sem população ou sem despesa informada.
A média dá o contexto; não é meta nem nota. Nos gráficos, bronze é sempre esta cidade e cinza é sempre a média.
Emenda do relator-geral do orçamentoEmenda de RelatorR$ 5.974.959
Prefeitura e fundos municipais (só emendas individuais)
R$ 15.035.956
Entidades sem fins lucrativos (só emendas individuais)
R$ 355.544
Maiores valores enviados por parlamentares (emendas individuais)
Antonio Carlos Mendes Thamesem mandato atualR$ 461.607
Autor não informado pela fonte (CGU)R$ 1.007.4803 pagamentos, de jul/2015 a mar/2016. A fonte publica esses pagamentos sem o código da emenda e sem o nome do autor; o valor está no total, mas não é atribuído a ninguém.
"Sem mandato atual" indica quem enviou o dinheiro em anos anteriores e hoje não exerce mandato de deputado ou senador.
Bancadas, comissões e relatores
Nestes tipos o autor é um grupo, não um parlamentar.
Relator GeralEmenda do relator-geral do orçamentoR$ 5.974.959
Com. da SaudeEmenda de comissãoR$ 1.900.000
Com. de Previ., Assis. Soci, Infan., Adol. e FamilEmenda de comissãoR$ 193.500
Para quais áreas
Saúde63,1%R$ 9.705.863
Encargos especiais13,2%R$ 2.035.000
Urbanismo12,6%R$ 1.935.342
Desporto e lazer5,9%R$ 915.295
Assistência social5,2%R$ 800.000
Área é a função do orçamento a que a emenda pertence. "Encargos especiais" reúne, entre outras, as transferências especiais (as "emendas Pix"), em que o dinheiro vai direto para o caixa da prefeitura sem área definida.
Quem recebeu: os 4 maiores
FUNDO MUNICIPAL DE SAUDE DE SANTA BARBARA D OESTER$ 9.350.319
Enviado por Antonio Carlos Mendes Thame, David Soares, Eduardo Bolsonaro, Gilberto Nascimento, Joice Hasselmann, Jose Mentor, Major Olimpio, Marcelo Squassoni, Renata Abreu e Vanderlei Macris
FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTENCIA SOCIAL DE SANTA BARBARA D OESTER$ 700.000
O total soma só o que foi pago, de todos os tipos de emenda. O que está previsto e os convênios aparecem à parte. Os pagamentos sem código de emenda na fonte (sem autor informado) entram no total, mas não em nome de nenhum parlamentar. Ficam de fora: pagamentos em que a fonte não identifica o município e emendas estaduais, que ainda não foram carregadas.
O que a prefeitura declarou ao Tesouro Nacional (Declaração de Contas Anuais)
Arrecadou
R$ 1.064.455.011
Gastou (pago)
R$ 863.396.957
R$ 4.707 por habitante
Média dos 609 municípios do estado: R$ 7.895 por habitanteMédia simples, entre os municípios do estado que entregaram as contas do mesmo ano, da despesa paga dividida pela população de cada um. Ficam de fora os municípios sem população ou sem despesa informada.
A câmara municipal custou R$ 26.954.885 (3,1% do que a cidade gastou)
Em que áreas gastou
SaúdeR$ 251.155.21429,1%
EducaçãoR$ 210.605.06224,4%
SaneamentoR$ 105.117.42312,2%
AdministraçãoR$ 94.090.12310,9%
Ver todas as 9 áreas
Encargos EspeciaisR$ 48.582.8685,6%
Gestão AmbientalR$ 41.638.6254,8%
Segurança PúblicaR$ 30.783.6693,6%
LegislativaR$ 26.954.8853,1%
Outras áreasR$ 54.469.0896,3%
Valores pagos no ano, pela função de governo (a classificação oficial do orçamento). "Encargos especiais" inclui dívida e transferências; "Legislativa" é a câmara.
Os maiores fornecedores de cada órgão; o restante aparece somado. Pagamentos a pessoas físicas (servidores, autônomos, beneficiários) aparecem somados, sem nomes, e a folha de salários aparece separada. Por enquanto, só para cidades de São Paulo (exceto a capital, fiscalizada pelo Tribunal de Contas do Município) e do Rio Grande do Sul.
Soma do valor global dos contratos publicados no PNCP pelos órgãos municipais, sem alienações, até 13/10/2026. Não é o valor pago (empenhos e pagamentos aparecem na seção sobre quem a cidade pagou), e prefeituras que não publicam no PNCP ficam de fora. Aditivos posteriores à publicação não entram na soma.